Este post foi originalmente escrito em italiano por Paolo Gambardella. Foi traduzido por um agente de inteligência artificial e pode conter imprecisões.
Olha esse show:
Coisas assim me colocam num estado mental complicado. De um lado, sinto as emoções que me levaram a escolher esse caminho profissional. Do outro, porém, bate uma estranha tristeza. Tenho consciência de que é muito difícil que eu consiga um dia assinar algo tão memorável a ponto de ter uma trilha sonora tocada na GDC desse jeito tão emocionante.
E não é por falta de vontade, deixa eu deixar isso claro. Mas tem uma série de coisas que não posso controlar, que podem ou não me colocar no caminho certo. Quero dizer, imagina ouvir as músicas do seu jogo sendo tocadas e escutar os gritos de alegria da galera que curtiu a experiência.
Esse é o objetivo final que persigo em cada trabalho que faço, mas não depende só de mim. Depende de muitos fatores, a maioria dos quais estão fora do meu controle. O mais provável, se formos honestos com a gente mesmo, é que uma coisa dessas nunca aconteça. Minha carreira nunca vai alcançar certos marcos, se olharmos só para os números.
É por isso que escolho focar no caminho, não no destino. Não sou muito do tipo “acredito nesse jogo, então vou desenvolvê-lo mesmo que seja sozinho porque ele precisa existir”. Sou um cara que se formou ludicamente falando nos clubes de RPG. No mundo nerd, ouvindo música alternativa, nunca me vestindo na moda. Pelo contrário, desprezando as modas. Hoje sou diferente, sou um cara mas também um adulto com seus valores, e meu objetivo é transmitir essas coisas para as outras pessoas. Me concentro mais na minha relação com os meus colaboradores, com o meu time.
Porque, triste ou não, é a verdade: com toda a probabilidade, nunca vou trabalhar em algo que se torne memorável. Mas o importante é continuar trabalhando com paixão em tudo que aparecer pela frente.