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O segredo é fazê-los se sentir inteligentes

Este post foi originalmente escrito em italiano por Paolo Gambardella. Foi traduzido por um agente de inteligência artificial e pode conter imprecisões.

Muitos game designers partem de uma premissa errada: acham que o jogador precisa ser habilidoso, atento, estratégico para curtir o jogo. Constroem sistemas que só recompensam quem lê tooltips, calcula probabilidades, otimiza recursos.

A realidade é que a maioria das pessoas não faz nada disso. E o verdadeiro trabalho do designer é fazer o jogador sentir que tomou uma decisão inteligente, mesmo quando o sistema o conduziu até ali com todo o cuidado.

Como construir essa sensação

Um bom combat encounter não exige que o jogador descubra o movimento vencedor do zero. Ele apresenta opções, torna uma delas um pouco mais legível e deixa o jogador chegar lá “por conta própria”.

A mesma lógica vale para os puzzles: a solução parece uma sacada pessoal, mas o jogo já eliminou silenciosamente dez pistas falsas antes que o jogador sequer as considerasse.

A atribuição importa mais do que a dificuldade

Quando um jogador vence e sente que o mérito é dele, ele volta a jogar. A pergunta certa na fase de design é: o que posso remover, simplificar, tornar visível, para que a conclusão dele chegue fácil e ainda assim pareça dele?

O talento do designer se mede pelo quanto de trabalho invisível ele consegue fazer para que o jogador se sinta de um determinado jeito.

Published inGame Design